10 de julho de 2012

Doroteia - Críticas

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Uma deliciosa aventura.
Essa é a sensação de ver este espetáculo.
O elenco dá um show de interpretação. 




Certamente este é um trabalho feito por uma equipe muito competente que soube escolher a dedo o elenco afinado e cúmplice que deixa a obra Rodriguiana muito mais leve e atual.
Vale a pena conferir e se divertir.

Alinne – no papel título –  surpreende com uma atuação segura e encanta com sua beleza e força. A peça se trata exatamente deste conflito entre a beleza e a virtude. Uma mulher bela pode ser honesta? Decente?

[...] Pipoca Gigante
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Uma das melhores atrizes de sua geração, já há muitos anos fazendo enorme sucesso no cinema e na TV, Alinne Moraes estreou no teatro em 2007 com "Dhrama - o incrível diálogo entre Krishna e Arjuna", sob a direção de João Falcão. Era um texto complexo, nada comercial, e o papel de Alinne muito difícil. E ela o fez de forma admirável, aceitando uma série de riscos, pois seria muito mais seguro e confortável protagonizar uma comediazinha romântica. E agora faz o mesmo: encara um Nelson Rodrigues em um texto por muitos considerado "maldito". E seu desepenho, como o anteriormente citado, é de altíssimo nível.

Possuidora de uma beleza que não pode ser descrita com palavras - ao menos palavras que conheço -, Alinne Moraes evidencia aqui a beleza que de fato importa: a beleza interior, a força que a move no sentido de se tornar uma atriz incontestavelmente importante, que se recusa a assumir o papel de parasita de suas próprias conquistas. Na pele de Dorotéia, a intérprete exibe atuação irretocável, tanto nas passagens mais dramáticas quanto naquelas em que o humor predomina. Assim, só me resta desejar que os sempre caprichosos deuses do teatro continuem abençoando sua trajetória artística.
[...]Lionel Fischer
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 Um rosto bonito requisitado em novelas, Alinne Moraes sai-se supreendentemente bem no papel tírulo. De perfil complexo, a personagem tem emoções conflitantes. Alterna risos e lágrimas, momentos de altivez e baixa autoestima. Parte do mérito pode ser creditada ao diretor João Fonseca, por extrair da artista todo o seu potencial cômico e dramático.

VejaRio


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Alinne Moraes, apesar de apresentar uma potência vocal muito aquém do necessário, traz pertinentes intenções e, a contento, cumpre a sua parte com adequação.

[...] Rodrigo Monteiro
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Uma mulher linda. Tão linda que sente até remorso pela beleza perfeita. Tanto que chega a desejar ser feia como as primas para ter uma vida digna e mais tranquila – apesar de amar suas qualidades. Não bastasse a mistura de esplendor e neurose, ela quer mudar de vida e abandonar a prostituição. Essa é Dorotéia, do centenário Nelson Rodrigues.

E é emblemático que seja representada por Alinne Moraes. Apesar de não confessado por ela, arrisco a afirmação de que a atriz aceitou o papel da beldade criada por Nelson Rodrigues não só para adquirir conhecimento de palco. Deve ter alguma relação com a aflição de Dorotéia.

Tanto que, em cartaz no Teatro Poeira, no Rio de Janeiro, a atriz impressiona não apenas pelo visual, sempre estonteante, mas também pelo trabalho cênico apresentado.

Alinne afirmou, meses atrás, que havia recusado a participação no remake de Guerra dos Sexos para “crescer no teatro”. Fez a escolha certa e mostra a que veio.


[...]Miguel Arcanjo Prado

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 Crítica de D. Barbara Heliodora para o espetáculo "Dorotéia". Segundo Caderno, jornal O Globo. 24 de julho de 2012.

[...] Nem por isso podemos deixar de notar a boa qualidade das atuações, com Alinne Moraes fazendo uma bela Doroteia, fírme interpetativamente, com uma linha mais realista que se harmoniza com a artificialidade de D. Flávia (Gilberto Gawronski), Maura (Paulo Verlings) e Carmelita (Alexandre Pinheiro), todos muito bem. E bem também estão Keli Freitas, como Das Dores, e Marcus Majella, como D. Assunta de Abadia.[..]
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1 Comentários:

Paloma disse...

Isso não é Nelson!

Assisti a peça e não achei que isso seja Nelson.

Não tem nada de farça na interpretação.
Não entendi aonde poderia caber as músicas que tocam na peça. (Hellooo, Lady Gaga??????????)
Se “essa trilha” foi escolhida com a intenção de modernizar o texto, não entendi porque o texto continuou com a linguagem antiga.
Os personagens falam gritando, super desnecessário. teatrinho com tesinho.

Se for essa a proposta, acho que não aconteceu como deveria ter acontecido.

No final do espetáculo vi a felicidade e união dos atores, muito digno de quem está no palco, mas as interpretações estão estereotipados, fora, e não dentro do ator, uma felicidade pela metade.

Como referencia, pode-se ver as montagens de Boca de Ouro e A Falecida, que estão em cartaz no Sesi, do diretor Marco Antonio Braz, isso sim é Nelson!

O cenário, iluminação e figurino estão bonitos. Só.

 

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